sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Carioca - Ao Vivo

4 de abril de 2007. O melhor show da minha vida, por enquanto. Começa com “Voltei a Cantar” de Lamartine Babo. Música que faz todo sentido para quem ficou cerca de 7 anos sem se apresentar numa turnê. Logo vem uma série de canções que não figuram entre os grandes clássicos da sua carreira. Se é que alguma música do Chico pode não ser considerada um clássico. O show avança sem deixar transparecer o tempo que passa. Até que chega a “hora de ir embora, quando o corpo quer ficar, toda alma de artista quer partir”. Mas não parte. E volta duas vezes para o bis. Porém, é inevitável. Mais algumas poucas músicas e “era fatal que o faz-de-conta terminasse assim”. O melhor show que já presenciei acabou. Custou árduos 140 reais e o peso na consciência de furar a fila para garantir os melhores lugares do teatro para mim e meus amigos. Hoje, matei a saudade daquele belo momento. Carioca Ao Vivo, em cedê e devedê, é tudo isso.
Portanto, não perca.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Sai Lopes, entra Ney Franco.

A diretoria do meu querido Atlético teve um lapso de lucidez ao demitir a comissão técnica que levou nossos co-irmãos à série B. E, confesso, fiquei muito feliz com a contratação do Ney Franco. Um treinador que, em pouco tempo, se acostumou a fazer bons trabalhos em elencos medíocres. Foi assim no Ipatinga e no Flamengo. Tomara que também seja assim no Furacão.
Por favor, Ney. Faça com que o Atlético não perca sua vaga na primeirona.

sábado, 18 de agosto de 2007

"Nada do que não foi poderia ter sido"

Depois dos jornais Gazeta do Povo, Valor Econômico, O Estado de S. Paulo e da Revista Bravo, chega a hora do Não-perca se render aos encantos do mais novo livro de Cristovão Tezza: O Filho Eterno (Ed. Record).
Em romance fortemente biográfico, Tezza narra, em terceira pessoa, sua relação com um menino muito especial: seu filho Felipe (portador da Síndrome de Down). O livro também tem um caráter de "acerto de contas" com o passado. É uma espécie de mergulho nos pensamentos do personagem "pai do Felipe" com o julgamento que o autor Cristovão Tezza faz. Mas, acima de tudo, é uma grande e forte história de amor entre pai e filho.

"...voltando para casa sem o filho, o mesmo filho que ele desejou morto assim que nasceu, e que agora, pela ausência, parece matá-lo".
Não perca.